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Huawei recomenda espectro mínimo para avançar com 5G

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Huawei também demonstrou o primeiro protótipo 5G do mundo operando no espectro sub-6 GHz com taxa de transferência com pico alcançando 10 Gbit/s (Foto: Divulgação)

O vice-presidente do conselho e CEO rotativo da Huawei, Ken Hu, afirmou durante um evento realizado em Xangai que são necessários pelo menos 500MHz do espectro sub-6Hz para avançar com os testes da rede 5G. Para Hu, a 5G está em um estágio crítico e a aceleração do processo de desenvolvimento dessa rede requer inovação tecnológica, recursos adicionais de espectro e colaboração de toda a indústria.

 

“Esperamos que todos os atores da indústria de TIC cheguem a um consenso sobre o espectro 5G o mais rápido possível. Com pelo menos 500 MHz do espectro sub-6 GHz para a 5G, teremos condições ideias para desenvolver essa tecnologia a nível global”, disse Hu.

Assim como a rede de transportes e de distribuição elétrica, a 5G se tornará uma peça fundamental da infraestrutura no futuro. Na era 5G, as operadoras precisarão de muitos mais recursos de espectro, para conseguir desenvolver tecnologias não só para celulares, mas também para a indústria automotiva, com soluções voltadas à carros conectados, e na indústria elétrica.

“As tecnologias de realidade virtual e outras experiências de imersão do usuário estão cada vez mais presentes e exigem uma alta velocidade de banda. Os investimentos em interface e arquitetura de rede devem ser ampliados, ao lado de incentivos à novas tecnologias para que possamos atender a demanda do mercado. Estamos confiantes que podemos triplicar a eficiência do espectro da 5G com as nossas novas soluções e colaborar para a aplicação e desenvolvimento dessa rede no mundo”, completou Ken Hu.

Durante o evento em Xangai, a Huawei também demonstrou o primeiro protótipo 5G do mundo operando no espectro sub-6 GHz com taxa de transferência com pico alcançando 10 Gbit/s.

A Huawei investiu fortemente em inovação e tornou-se líder global em 5G. A empresa começou a pesquisar sobre a quinta geração em 2009 e seu investimento total para ela chegará a US$ 600 milhões até 2018. A empresa atualmente emprega uma equipe de mais de 500 especialistas dedicados à pesquisa da 5G e criou parcerias com mais de 20 universidades para pesquisas conjuntas, incluindo a Universidade de Harvard, a Universidade de Stanford, a Universidade Técnica de Munique e a Universidade Tsinghua. A empresa já publicou mais de 190 estudos acadêmicos sobre a 5G.

A Huawei já participa das discussões sobre a definição e evolução da rede, ao lado de empresas parceiras, e planeja lançar o primeiro piloto da 5G em 2018. Os testes de compatibilidade estão com a conclusão prevista para 2019 e o lançamento comercial da 5G para 2020.

(Da redação)


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