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Pesquisa aponta que 20% dos apps de IoT colocam à privacidade do usuários em risco

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Para se proteger os usuários devem aderir medidas de segurança básicas como senhas com padrões mais fortes (Foto: Divulgação)

O mercado da Internet das Coisas (IoT) ganha cada vez mais adeptos. De acordo com a previsão do Gartner, 2,9 bilhões de dispositivos estarão conectados em casas inteligentes em 2015.

De acordo com a pesquisa realizada pela empresa Symantec, aproximadamente 20% dos apps utilizados para controlar esses aparelhos de IoT não possuem criptografia de dados e que nenhuma das ferramentas analisadas possui autenticação mútua entre o cliente e o servidor.

Com esse crescimento, muitos usuários que estão começando a utilizar os equipamentos da Internet das Coisas correm grandes riscos de seguranças, pois estão expostos a armadilhas desconhecidas pelos antivírus.

Isso porque, os aparelhos de Internet das Coisas podem permitir o acesso a dados pessoais, o que pode significa dar a um criminoso a localização dos usuários, seus hábitos e até mesmo as chaves de sua casa.

Segundo a empresa, para se proteger os usuários devem aderir novas medidas de segurança básicas como novas senhas com padrões mais fortes, desativar ou proteger o acesso remoto a dispositivos de IoT quando não for necessário, usar conexões com fio ao invés de sem fio quando possível.

Além disso, é recomendável ser cauteloso ao comprar dispositivos de IoT usados, já que podem ter sido adulterados e instalar atualizações dos aparelhos, quando disponibilizadas.

(Da redação)


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